
DA BOCA PRA’ FORA
12 de Maio, 2025
ÓBIDOS TRANSFORMA-SE EM EPICENTRO DO GAMING NACIONAL E PROMETE REGRESSAR EM 2026
15 de Maio, 2025RECORTES DE UMA AUTOBIOGRAFIA DE ANDRÉ BRUN
E SUAS PERSONAGENS, “ANO NOVO, VIDA VELHA" e “MEU MARIDO QUE DEUS HAJA!”
27 de Junho

Horário: 21h00
Local: Praça da Criatividade
Entradas livres por ordem de chegada
RECORTES DE UMA AUTOBIOGRAFIA DE ANDRÉ BRUN E SUAS PERSONAGENS
Oficina de Drama e Teatro do Programa 60 + do Instituto Politécnico de Leiria
Coordenação e Encenação: Ana Paula Proença
Atores: Elisa Pinto, Ilda Costa, Manuel Donzelo, Isabel Coelho, Ivone Martins, Ana Carreira e Teresa Marcelino
Destinatários: Todos
Duração: 15 minutos
ANO NOVO, VIDA VELHA, DE ANDRÉ BRUN
Cenas & Teatro Figura
Sinopse: Quando um casal no momento da separação amigável, assinalam o acto com um jantar de Gala, na noite de fim de ano, aproveitando a ocasião para festejar o Ano Novo, com a última refeição na qualidade de casal, tudo pode acontecer.
Entre os preliminares da degustação e o decorrer da mesma, ao desfiar das memórias, na viagem ao passado, revivem cada momento da sua vida, desde o despertar do Amor do primeiro encontro até ao divórcio.
Só que… as memórias vão-se traduzindo no despoletar de novas emoções, reatando os laços desvanecidos ao longo do tempo, recuperando a paixão que, afinal, nunca deixou de existir. E no festejo de Ano Novo, recupera-se a Vida Velha.
No centenário da morte de André Brun, levar à cena um dos inúmeros textos deste autor, mestre da comédia, é assinalar a importância da dramaturgia portuguesa.
Elenco: Inês Fouto e José Ramalho
Destinatários: Todos
Duração: 25 minutos
MEU MARIDO QUE DEUS HAJA!
Grupo de Teatro Animais de Palco de Amoreira
Sinopse: No centenário da morte de André Brun (09 Maio 1881 - 22 Dezembro 19269, ANIMAIS DE PALCO apresenta o novo projecto artístico, com a peça deste autor, MEU MARIDO QUE DEUS HAJA!
As relações humanas saudáveis são pautadas pela confiança, partilha e respeito, regidas pela moderação e sensatez, muitas vezes ausentes, individual e colectivamente, sobretudo nos tempos que atravessamos, quando isso não acontece, tudo pode acontecer.
A idolatrarão do falecido marido, Onofre Pintarroxo, com a presença da sua fotografia em tamanho generoso, no centro da Sala, provocando a sua evocação permanente e ocupando um espaço físico e emocional que não deixa indiferente ninguém, torna-se obsessiva.
D. Anastácia, a viúva, manifesta excessivos comportamentos de controlo, mascarados com a devota referência reverencial ao falecido, partilhando com o espectador as pretensas qualidades virtuosas deste.
Procópio Baeta, seu actual marido, sofre as consequências pelo permanente comparativo com essa evocação, sendo toda a sua vida controlada pelo rigor da mulher.
Anacleto Pevide, tio deste, regressado do Brasil, na visita-surpresa que faz ao sobrinho, desconhecedor do casamento deste, inteira-se do modo de relacionamento do casal. Ao deparar-se com a presença excessiva do retrato do falecido, apercebe-se de que o conhece e tinha sido seu vizinho no Brasil. Perante este conjunto de factos, resolve armar uma tramóia, para desmascarar a mentira instalada naquela casa.
Afinal, D. Anastácia, mascara o seu pretenso controlo na relação marital com o actual marido, devido à violência doméstica, que sofrera às mãos do falecido.
A comédia está instalada, numa carpintaria teatral, simples, mas eficaz, com a genialidade de André Brun, onde não faltam o casal de criados da casa, D. Rosa e o mordomo Ambrósio, que com a sua devoção profissional, ajudam à tramóia.
Espectáculo de actores, na sua capacidade de querer divertir-se no acto de representar, com base num texto que nos ilustra os feitos e desfeitos das relações humanas, num retrato simples, mas não simplista.
Encenação: José Ramalho
Destinatários: Todos
Duração: 25 minutos
Autor: André Brun (1881-1926)
Actores:
Carina Rodrigues
Fernando Leitão
Jorge Leitão
Vitor Varela
Johanna Jöerg
Apoio Artístico: Paula Portugal
Apoio:
Município de Óbidos
Centro Social Cultural e Recreativo da Amoreira
Teatro Figura


